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Cap. 1 - A morte de um mito

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Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Líder em 24/6/2016, 22:07

DETALHES

Nome da Missão: A morte de um mito
Tipo de Missão: Principal
Grupos: Todos
Prazo: 4 dias para postagem

Informações da Missão

- Todos os jogadores podem participar
- Protetores e Salvadores: Vocês devem proteger o funeral.
- Legião Sombria e Anarquistas: Façam o que lhes foi ordenado. Mas vocês não sabem o motivo daquilo. E vocês somente chegarão em Sacramento no próximo turno.
- Agentes do DELTA foram enviados para ficarem atentos contra qualquer ocorrido. Porém, estão a paisana e precisarão explicar como chegaram lá.
- Ordem Eterna e Suburbanos possuem ação livre
- Missão ON, ou seja, há risco de morte
- Apenas uma conta por usuário
- Lembrem-se de discriminar suas ações e rolarem os dados
- Não se esqueçam de seguir as regras. Caso haja alguma quebra, vocês sofrerão as consequências (falo sério!)
- Dúvidas, Chat ou MP




@ travvy






Hospital do Grande Coração - Guapirá - Sacramento
20 de Julho de 2016, 21:18h


Uma grande correria acontece no 6º andar do hospital. As enfermeiras montam as pressas a sala de cirurgia, os médicos correm com uma maca pelos corredores, uma mulher acompanha tudo chorando e um homem convulsiona na maca.

- Abram espaço, rápido! Este homem precisa de uma cirurgia urgente! - grita um dos médicos, que corre na frente da maca.

As pessoas nos corredores apenas observam e algumas levam a mão à boca, enquanto outras ficam impressionadas. Rapidamente os médicos adentram a sala de cirurgias.

Dentro da sala, tudo estava pronto, mas um pequeno apito começa a ser ouvido.

*piiii*

- Rápido, desfibrilador! - grita outro médico, puxando os desfibriladores e começando a tentar fazer uma ressuscitação veloz.

*piiiiiii*

- Não está adiantando! Rápido, um, dois, três, já! - outro choque elétrico, o corpo dá um pulo e volta a ficar rente ao colchão da maca.

*piiiiiiiiiiii*

Os médicos e enfermeiras se entreolham, alguns fazem caras chorosas. Uma das enfermeiras pega o prontuário, escrevendo nele a data da morte.

"Benedicto Muniz. Data da morte: 20 de Junho de 2016. Hora da morte: 21:18


-x-

Museu da Conquista Brasileira - Conquistadores - Sacramento
22 de Julho de 2016, 11:20h


- O país está em luto. Dois dias atrás faleceu um dos grandes heróis nacionais. Faleceu Benedicto Muniz, um dos Patriotas que lutaram na Segunda Guerra Mundial. Uma inspiração para o heroísmo nacional nos deixou. - a câmera da reportagem mostra, ao fundo, a fila enorme que se forma na frente do Museu da Conquista Brasileira - O corpo do herói está sendo velado hoje aqui no Museu da Conquista Brasileira, e irá num desfile em carro aberto até o Aeroporto de Sacramento, de onde partirá num jato até a cidade de Itaiópolis, onde será enterrado. - A transmissão de TV muda, agora mostrando algumas cenas de Benedicto e fotos antigas dele em seu uniforme de Patriota - Benedicto iniciou sua carreira heróica em 1938, e logo se alistou ao exército e integrou a equipe dos Patriotas, sendo um dos heróis brasileiros que foi lutar contra o Eixo junto da FEB, fazendo parte inclusive da campanha da Itália, que terminou com a vitória brasileira, ainda que com o trágico desfecho que levou metade dos Patriotas à morte. Depois, atuou como um herói independente e fez parte da primeira formação dos Protetores, antes de se aposentar e dedicar sua vida ao treinamento de novos heróis. Em 1999, Benedicto descobriu que tinha câncer e se afastou em definitivo de tudo, passando por internações frequentes. Em 2008, depois de um enfarte, foi internado em definitivo no Hospital do Grande Coração, passando por observações constantes. Até que seu grande coração não resistiu e, na noite do dia 20, bateu pela última vez. O velório acontecerá durante toda a tarde, e o trânsito já está sendo desviado para permitir a passagem do carro aberto. Uma homenagem digna para um grande herói. - a câmera volta a focar na repórter - Voltaremos em breve com novas informações, e a notícia na íntegra no Jornal Hoje. Eu sou Catarina Macedo, e tenham um bom dia. - a câmera se desliga.

O centro de Sacramento praticamente parou no dia de hoje, todos querendo fazer as últimas condolências ao Patriota Benedicto Muniz, morto por uma parada cardíaca aos 98 anos. O velório, no Museu da Conquista Brasileira, reúne vários heróis aposentados, como o único patriota ainda vivo, Rodolfo Quadros, os quatro Protetores restantes, alguns outros heróis antigos e muitas personalidades, além de vários anônimos que provavelmente apenas ouviram falar dos grandes feitos de Benedicto, mas tinham grande apreço pela figura que ele representava.

No meio da grande população, alguns agentes do D.E.L.T.A. se posicionavam. Todos estavam à paisana, e atentos para qualquer coisa que pudesse acontecer.

-x-

Parque Imortal, Sacramento

A Torre Patriota estava cercada de repórteres, muitos querendo saber dos membros o que a figura de Benedicto representava. E todas as câmeras, ao mesmo tempo, captam uma van saindo da garagem e arrancando pelas ruas da cidade, deixando todos para trás.

Dentro da van haviam membros dos Protetores e dos Salvadores que, numa parceria rara, resolveram deixar as diferenças de lado e irem juntos para realizar a proteção do velório.

- Silêncio pessoal, quero a atenção de todos - diz o Treinador, que acompanhava a equipe selecionada para a missão - Como vocês sabem, uma grande pessoa morreu, e nós fomos convocados para realizar a defesa do velório. Por ser uma figura pública, o governo teme que o corpo possa ser roubado, então entrou em contato comigo,  e com o Conjurador. Juntos, montamos esta equipe para realizar a defesa do local e do trajeto até o Aeroporto. Precisamos garantir a integridade do evento.

- Mas o que torna o corpo de um velho gagá tão importante? - pergunta um dos Protetores convocados.

O Treinador olha para o lado de fora da janela, como se refletisse. Após alguns momentos de silêncio, ele responde à pergunta.

- Sinceramente, não sei

Logo, a van deixa a equipe nas proximidades do Museu, que corre para se posicionar.

-x-

Base da Legião Sombria, Nova Esperança

Vários membros estavam reunidos na base, observando a transmissão na TV e pegando todos os detalhes da notícia. De repente, um dos Secretários da Legião entra no meio do grupo, desligando a televisão e iniciando um discurso.

- Meus caros, o que vocês testemunharam hoje não foi apenas a morte de um herói. Isso é uma grande oportunidade, na verdade. O homem do capuz já deixou claro qual será a missão de vocês: Vocês precisam captar o corpo e mantê-lo em segurança. Convocamos os Anarquistas para nos ajudarem, e iremos pagá-los muito bem, não se esqueçam disso. Mas o pagamento só virá se a missão for bem-sucedida. Portanto, mexam-se! Os carros estão esperando vocês, eles os levarão para Sacramento. Baixas serão ignoradas.

Rapidamente, um a um, todos saem da base, adentrando aos veículos e seguindo em caminhos separados, todos com destino para Sacramento. Hoje é um dia de luto, e o luto provavelmente aumentará, se depender dos vilões.
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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 24/6/2016, 23:49


Depois de um final de semana turbulento, a semana ia arrastando-se lentamente. Sem graça e monótona. Não tinha muito tempo que havia sido recrutado pela Legião. Sem dúvidas, a vida na rua era muito mais divertida. Não podia reclamar, sentia-se protegido ali, sabia também que poderia conseguir mais facilmente seu tento. Não seria ele e seus bonecos, tinha os outros. Não que fossem amigos, no entanto, eram melhores do que o nada.

O dia não estava um completo tédio pelo simples fato de um herói ter morrido. Claro, havia vivido muito. Morte natural não é uma morte digna para um herói, ele havia vivido muito. Não entendia porque tamanha comoção por um velho patriota, havia matado tanto como qualquer um dos vilões reunidos naquele momento assistindo ao noticiário.

Vários legionários estavam reunidos na base, tão estranhos quanto os membros de um circo. As vezes tinha a impressão de que apenas havia mudado de companhia e continuava vivendo em um circo. O Secretário estava repassando uma ordem, o que imediatamente animara Ricardo. Uma oportunidade desta não podia passar. Um show de marionetes televisionado. Não sabia o interesse da legião em um corpo velho e sem vida, mas isso não importa. Não é mesmo?

Ricardo levantou-se e lentamente selou uma das suas marionetes para que pudesse transportá-la facilmente. Colocou seu uniforme e entrou em um dos carros e deixou ser conduzido, não iria demorar a chegar em Sacramento. Chegaria exatamente para a hora da diversão.


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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 25/6/2016, 00:05


Missão Principal

Estava no meu apartamento repondo água nas formas de gelo no freezer quando ouvi o comunicador tocando. Estava fora do expediente e duvidava que fosse uma missão assim de noite perto das 22h, mas não duvidava que pudessem me chamar se precisassem de ajuda. Terminei de colocar a água na forma e fechei a porta superior do refrigerador, me virei e peguei o comunicador no balcão.

Liguei o comunicador e coloquei no ouvindo: - Breu falando. - Rapidamente viera a resposta: - Liga a televisão em qualquer jornal. - Ficou aquele silêncio enquanto eu trazia o controle remoto do sofá para mim com a telecinese e me apoiei no balcão pra ver o canal que ligava. Foi na Globo mesmo e foi como um berro de tanta repetição da notícia escrita embaixo e a repórter falando.

Um dos Patriotas faleceu esta noite. Eu particularmente não era fissurado na história heroica do país, mas reconhecia fatos gerais como o grupo que o falecido participava e que com a morte dele só há mais um daquele grupo ainda vivos. A notícia se repetiu e quem me ligara parecia querer que eu ouvisse todo o aviso do enterro e a mensagem principal. Após algumas palavras, o homem retornou a falar: - O governo, seja lá quem exatamente, entrou em contato com o Conjurador e pediu uma equipe não o comum dos acidentes para fazer a segurança do corpo.

Confirmei com a cabeça deixando o televisor no mundo ainda lendo a mensagem embaixo da tela esperando algo novo. O agente se identificou e era o Marcos dos registros. Não sabia muita coisa sobre ele, pelo que diziam ele era um ótimo tecnopata e boa parte da defesa primária da Casa da Salvação se baseava nele. Desliguei o comunicador e peguei o tablet no sofá, sentei no mesmo com os pés sobre ele e fiquei procurando informações sobre o herói.

Muitas mensagens de luto, aquelas milhares de notícias repetidas sobre a morte dele e o povinho clichê querendo ganhar fama com ele. Adormeci em meio as notícias e as fotos dos uniformes dos Patriotas vendo as mudanças das vestimentas em meio as décadas passadas. Do mesmo jeito que dormi, eu acordei, sem muita noção das coisas e do lugar. Levantei do sofá deixando o tablet ali e seguindo para o banheiro fazer a transformação matinal. Parecia um salão de beleza em versão condensada e sem comida, porque saia alerta até pra moscas filhotes que apareciam ocasionalmente pelas janelas.

Banho frio batia de frente com minha preguiça e no susto me deixava quase empilhado pra uma luta. Fui para o quarto deixando minha mão pelo balcão da cozinha e pegando o celular e o comunicador de novo. Não lembrava que havia tirado o aparelho do ouvido, mas que bom que tirei, e agora retornava para seu local de uso comum. Verifiquei a hora no telefone me vesti com o uniforme mesmo e tirei Azarath para fora da armação do pingente. Prendi a pedra no uniforme e abri minhas mãos vendo a pedra aparecer nas luvas.

Me alonguei um pouco e voltei na cozinha pra comer algo antes de ir. Peguei uma maça na geladeira já mordendo a fruta e peguei as chaves do apartamento. Tranquei a porta e mergulhei pela janela da sala, era loucura sair assim, mas não ia descer escadas querendo comprar café. Voei até o caminho da Torre Patriota só parando no caminho pra comprar um café com açúcar pra viagem, jogar o meio da maçã fora e responder à mensagem de Mary que eu havia sim sido chamado para a proteção do Patriota falecido.

Parei de voar e caminhei até o parque com a meia hora de antecedência e chegando dez minutos antes da hora exata que me falaram. Ocorreu aquele encontro estranho, Treinador ali e eu evitando até ficar perto dele pra não pegar aquela aura egocêntrica do mesmo. Entramos na van, fiquei em um dos bancos no fundo e do lado da janela porque acreditava na mínima chance de não conseguir ouvir a baboseira que Treinador falasse. Contudo, dessa vez não foi uma bobeira e só reafirmou o que já me informaram na noite anterior e o que fiquei sem entender sobre quererem um corpo do velho herói.

Depois de algum tempo que não marquei no celular porque não estava desesperado, enfim chegamos no Museu e a manada de heróis saiu do automóvel. Nos dividimos não sendo exatamente uma mistura com os dois grupos, mas ficou menos ruim com o Treinador não estando comigo. Fiquei na entrada do museu observando as cenas próximas e a preparação policial afastando o público comum do evento e os repórteres se espremendo tentando perguntar algo.

Via ao longe daquela roda da entrada inicial um grupo de fotógrafos e até daquelas filmadoras grandes captando o evento todo for fora com a escolta e a movimentação. Eu lembrava disso em eventos dos famosos como Michael Jackson que foi um tremendo furdunço, mas uma escolta envolvendo heróis para um falecido membro e herói da nação em um tempo mais negro da história era estranhamente maior. Fiquei em alerta contra movimentos estranhos, minha mente bloqueada para não sucumbir a controles mentais e uma telecinese envolta de mim tentando me proteger também de coisas que possam vir do céu e não percebesse.

Tag: Escolta >> Clothes: Aqui

Thanks

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 25/6/2016, 00:15


Missão
Blackstar





Estava em Sacramento na mansão dos protetores, quando vi as notícias na televisão e sendo assim me levantei de presa e terminei de me arrumar, não demorou e eu já estava saindo da mansão indo em direção a Torre Patriota não tinha tempo para um café da manhã e com isso fui apressada para o local, mas antes de chegar no local pego meu celular e em seguida mando uma mensagem para Liam dizendo. “Você vai estar na escolta?” A mensagem era clara e muito fácil de ser entendida.

Quando cheguei no local logo fui designada para ir até a garagem, não demorou e eu já estava na mesma e segundos depois fui levada até a van que sairia dali, não demorou e todos já estavam ali dentro juntos, o Treinador que provavelmente era um dos Patriotas nos deu uma missão clara, proteger o corpo até o aeroporto, estava com uma máscara e um capuz para me ajudar a me proteger do sol.


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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 26/6/2016, 14:11

Morte. Ás vezes tão banal, ás vezes tão simbólica. Um herói havia morrido, alguém importante que queria o bem de sua nação e dos mais fracos. Porém, até mesmo os "super" morrem. Estamos todos dispostos à isso, e, é a única certeza de nossa vida. Minha missão hoje, não interfere o meu caráter, cativa meu rótulo de vilão, mas ao menos respeitarei quem se foi, mesmo se fosse contra o meu grupo. Quando um "super" morre, morre um pouco dentro de cada um dotado de super poderes.

Ainda era cedo, e Isabela me mandou ligar a televisão no noticiário. De primeiro caso, não percebi o que a morte de um herói tinha a ver com alguma tarefa que eu precisasse fazer. Mas, sabemos que Isabela gosta de me confundir com seus enigmas. - A Legião Sombria nos chamou. Vão pagar bem alto para que capturemos o corpo do... defunto. - eu olhei para ela e dei uma risada. - Sério? Depois de capturarmos tantos alvos vivos e perigosos, vamos ter que sequestrar um morto? - ela elevou a mão ao rosto fazendo um "facepalm", e continuou com a explicação. - Logicamente, não iriam colocar uma recompensa tão alta por algo que não fosse perigoso. Então, eu acredito que, devem haver GRUPOS DE ESCOLTA juntos do corpo. - eu então voltei a postura mais séria. Escoltar um corpo? Os heróis não tem o que fazer não? Tipo, nesse instante em que estou digitando muitas pessoas devem estar sendo assaltadas, roubadas, estrupadas e etc. E tipo, só acho que eles deveriam estar protegendo essas pessoas, e não um morto. Mas enfim. Missão é missão.

- A Legião Sombria providenciará para nós Vans para que possamos ir até lá. - Completou ela enquanto preparava seu carro para irmos ao local de encontro dos outros membros dos Anarquistas. - E Você? - perguntei para Isabela se ela iria para missão. - Estarei resolvendo problemas familiares. - e então partimos até o tal local.

Ela me deixou lá, e depois partiu. Eu fui até o local onde uma das Vans estava prestes à sair e disse que queria entrar. - Bela me mandou aqui. - e o homem me deixou entrar. Na Van, eu me sentei nos bancos da frente e fiquei quieto. Muito provavelmente muitos vilões irão morrer, e eu não quero sofrer o risco de fazer amizade com homens setenciados à morte. Mas... eu pela primeira vez tive a sensação de coragem. Tantos vilões naquela Van, isso.. me encheu de DETERMINAÇÃO.

E então chegamos no Local. Eu bolei uma estratégia no caminho e acho que.. a melhor forma de utilizar meus poderes é tocando todo mundo, certo? Pois então eu irei simular uma situação para que possa tocar a maioria!
- Ei. Grandão. Eu tive uma idéia - chamei um dos vilões muscolosos que estavam comigo do lado de fora da van. - Vamos ao centro do Museu. E lá, vamos simular uma luta. - o grandalhão ficou um pouco confuso, mas pelo menos parecia entender. - Eu quero que você me arremesse no meio das pessoas. Meus poderes só funcionam com contato físico. Capiche? - e parece que o monstrengo entendeu. Fomos devagar até o centro do museu, não muito próximo da cerimônia.

- Já posso começar? - A voz grave do monstro me assustava, mas, estar ao lado de alguém tão forte, isso me encheu de DETERMINAÇÃO. - Vamos esperar mais um pouco. Quero que as pessoas formem amontoados. Vai facilitar para sua pontaria. - e por lá ficamos, esperando as pessoas formarem tal amontoado.

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 26/6/2016, 19:06

Am I Monster?
Por que eu iria pedir desculpas por ser um monstro? Alguém já pediu desculpas por ter me transformando em um? 
Realmente eu nunca compreendi o valor que as pessoas dão as Herois, claro que proteger a paz tem lá seu valor, mas depois de morto todos nos tornamos o mesmo monte de merda não é? Bem, ao que tudo parecia não, pois depois que a TV passou a transmiti sobre um velório de um famoso herói as cidades se transformaram em um caos. Alguns "bonzinhos" começaram a me ligar ao mesmo tempo que outros "malvados" fizeram o mesmo, no fundo eu não tinha a menor vontade de ajudar nenhum deles, mas uma voz interior me fez mudar de ideia "Precisamos de dinheiro cara, vamos, levante essa bunda e ligue para aqueles que lhe pagarem melhor!!" Era isso que ela dizia, e mesmo que relutante tive que concordar.

No final os malvados eram os que tinham mais dinheiro, ou ao menos eram os que mais queriam pagar por ajuda. E o fato deles fornecerem uma van até o local contou muito, afinal eu odeio caminhar, mais que trabalhar. No telefone me passaram os dados da missão, que depois de ouvir fez com que as palavras mais humanas do mundo saíssem de minha boca -Mas que merda é essa?- Sequestrar um corpo? Isso era nojento até mesmo para mim, e inda por cima um corpo velho e enrugado, deveria ter um monte de vermes dentro dele, e coisas nas quais não queria nem pensar, mas a voz do outro lado do telefone foi insistente - Só entramos em contato com você pois a loucura pode ser bem utilizada com um aglomerado desse tamanho de pessoas, se não quiser vou ligar para o próximo idiota da lista de mercenários !- Realmente eram palavras muito convencedoras -Ta, aceito essa merda, passem logo me buscar !-.

A tal van não demorou para chegar, e para minha surpresa era negra, como se um van totalmente escura não fosse chamar a atenção, minha aparência não era das mais discretas e com toda certeza isso ia chamar a atenção, mas não era problema meu. Entrei em tal van e me sentei, as pernas juntas e inquietas mostravam minha vontade de terminar logo com tudo isso.

Leia-me:
-Bem, acho que posso ajudar os vilões como disse no primeiro post que "estamos livres" para ir pra qulquer lado.

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 27/6/2016, 17:41

“Manifestantes Tomam as Ruas Contra o Velório de Benedicto Muniz”, por isso eu amo essa cidade. Resumindo, eles estão protestando contra os gastos com o velório. Os Patriotas eram militares, eram federais, logo um velório dessa proporção é paga pelo governo federal, pelo menos em tese, e quanto isso deve custar? Independente do preço, é desconfortável ver que uma honraria dessa magnitude enquanto cidades como Nova Esperança é mergulhada em um poço de merda sem esperança. Os Patriotas nunca fizeram nada por nós, não devemos nada a eles, e os jornais sabem disso. O Nova Noticia é um jornal que só circula em Nova Esperança, ninguém precisa medir as próprias palavras quando se fala de Patriotas.

- Vai ficarr quanto tempo a olhar o jorrnall sem camisa? – pergunta Seu Manuel, ele é o dono da banca. – Sabesh quantosh grraush estás a faz’r agora? – ele é patrício. – Vejo seush mamilosh a endurec’r daqui.

- Nem percebi o frio. – eu respondo sem tirar os olhos do jornal. – Tô tão habituado a não colocar uma camisa...

- Estásh a fazerr muito frrio nosh ultimosh tempos. – Manuel continua falando. – Paguesh logo o jornal e vá a sua casa.

- Cala a boca, Seu Manuel. – eu digo pegando algumas moedas no bolço e dando para o velho português. – Não preciso de alguém que trate como minha mãe.

Realmente está frio demais, a temperatura tem caído no último mês, mas isso não importa. Hannibal está com mais frio do que eu, ele não saiu da oficina desde que eu acordei. São nove horas da manhã, mas parece que já se passaram horas. Não é de se assustar que eu esteja abatido com a morte de Benedicto. Me sento no interior da oficina, Hannibal vem até mim e se deita sobre meus pés, estou de chinelo e meus pés estão gelados, ele me esquenta, mas não vou ficar aqui. Não abrirei a oficina, hoje eu irei prestar minhas condolências à um mito. Mesmo tendo seus tempos áureos antes mesmo de eu nascer, bons heróis são uma espécie em extinção atualmente. Não gosto de Sacramento, o ar poluído de cinzas e falsa felicidade me enjoa, mas me rebaixarei à isso. Um dos grandes heróis do nosso país morreu, não importa mais que os gastos do velório, já está gasto.

No trem bala nenhum neo-esperancense sobe comigo, vejo apenas cariocas que já estavam no vagão. Me sento em um dos bancos e observo o mundo borrado passando rapidamente por mim, e em pouco tempo já estou em Sacramento. Depois de andar até o Conquistadores, finalmente posso ver a carreata que leva o corpo de Benedicto. Agora que estou aqui consigo sentir a dor de tantas pessoas. O frio deixa tudo mais tenso, vejo muitos idosos chorando, pessoas que Benedicto deve ter salvo durante sua carreira, famílias inteiras estão aqui, crianças choram ao ver os avós em prantos.

Recolho meus braços para o bolso do meu casaco preto, e sinto o relevo do meu cinto que prende minha calça jeans, depois abaixo a cabeça e sinto a textura do tecido em meu pescoço. Mantenho minhas mãos dentro do bolso dianteiro do casaco, não pelo frio, estou usando luvas, mas por que não quero tirar a mão da minha faca e quero ter certeza que meu cinto de utilidades está bem preso. Antes era apenas uma suspeita, mas agora que eu estou aqui percebo: além do cheiro de cinzas e de falsa felicidade, além da tristeza no ar e das lagrimas nos olhos, eu sinto algo mais, eu estou sentindo cheiro de merda.

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 28/6/2016, 12:05

let's play with die, bitches

Era mais um dia como todos os outros até recebermos as ordens de roubar um corpo de um velho que lutou em uma guerra bem antiga, revirei os olhos enquanto recebia a ordem, porem fiz de modo bem discreto, não queria chamar atenção para mim.
- Hiruuuuuuuu...vai ter de resgatar o corpo de um veio que cheira a naftalina, hahaha...........
- Não quis ser vilã, então toma suas missões.......-
–Tomou na bunda, achou que ia ter missões badaladas, hehehehhe...-
As vozes ecoavam na minha mente, não queria admitir porem era verdade aquilo nem poderia ser considerada como uma missão, respirei fundo tentando ignorar as vozes e vou para meu quarto e começo a trocar de roupa e coloco minha mascara presa na lapela lateral da cintura.
- Tá achando que você vai ser discreta com essas roupas...por favor...-
- Com essa roupa se tá parecendo a Puta de Satã......-
–Gótica trevosa brasileira, muito zoado... hehehehhe...-
Não aguentei, eles já estavam me irritando.
- Vão plantar coquinho, seis tão com inveja porque estou viva e vocês não...-
Falava enquanto saia do quarto e ia em direção a um dos carros.
- Ui, que isso guria...-
- Começo o bullem......-
–Não sabe brincar não deveria ter saído do útero...-
Enquanto eles falavam esboçava um sorriso modesto no rosto, adentrava em um dos carros, e partíamos para o velório estava ansiosa para causar o caos naquele velório.


Legenda:

Voz da Liliana
Voz de Henrique
Voz do Carlos
Voz do Pedro



Liliana Castro
"Necromonger"


Dados do Turno:



Poderes Utilizados:




Dados básicos:





Equipamentos:


Equipamento
Bônus +2 de Ataque + 1 de Defesa(200 reais)
Habilidade Especial +2 (testes de acerto) (600 reais)
Valor do véu 150 reais



Perícias:


Conhecimentos de poderes: O personagem possui conhecimento sobre tudo relacionado à ciência dos superpoderes (funcionamento, fraquezas, vantagens, etc.). Custa 2 PEs

Furtividade - O personagem é furtivo, conseguindo invadir locais, se aproximar de alvos, empunhar objetos e se esconder sem ser notado. Custa 1 PE

Sobrevivência – florestas - O personagem conhece todas as técnicas de sobrevivência em um ambiente específico. Custa 1 PE

Fuga - O personagem é um mestre nas fugas, podendo escapar de locais fechados como prisões, celas, jaulas, etc. ou escapar de algemas, por exemplo. Custa 2 PEs


Desvantagens:


Assombrada: Você é assombrado por algum espírito. Não sabe se é coisa de sua cabeça ou se isso realmente é real, mas em tudo o que você vai fazer, lá está o espírito lhe assombrando. Você não consegue ignorar a presença desse espírito, e recebe -3 em seus movimentos quando o espírito estiver presente. O momento da presença do espírito será a critério do narrador, assim como o nível de interação que você pode ter com ela. (2 PE).

Liliana é assombrada pelos três garotos que matou.

Inimigo: Você possui inimigos que estão dispostos a te matar ou te atrapalhar ao máximo. Valor de PE vide lista:

Se tiver 1 inimigo com poderes, um grupo de civis como inimigos ou alguns policiais - 2 PE
Se tiver uma dupla ou trio de inimigos poderosos, uma grande população hostil, uma gangue - 3 PE
Se tiver um grupo de mais de 6 pessoas poderosas como inimigos, alguma máfia, algum governo - 4 PE

Na trajetória da Liliana ela marcou muitas pessoas, inclusive a Polícia Federal Brasileira, por conta de um incidente com os agentes deles, mortos pela Liliana, acabou com isso, colocando um alvo em suas costas, recebendo assim o nome de Dama do véu, a Polícia Federal pediu ajuda a outras instituições internacionais numa tentativa de coibir as ações da Dama do véu em outros países. (4 PE).


PODERES:


[/color]

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 28/6/2016, 14:41




A primeira missão;
O velório de um mito!

"Ele morreu...". As palavras de inconformidade com o o que havia acontecido rodeavam a mente de Ulisses, a feição abalada estampada no rosto dele expressava isso nitidamente. Ele estava estático, sentado em um dos bancos ao fundo da van com um semblante completamente abalado pela morte de um dos heróis que ele tanto admirava. Esse sentimento de luto ultrapassava qualquer ansiedade social que ele costumava a ter quando dividindo o âmbito com outros heróis - a van estava recheada de heróis e ele costumava a sentir-se deslocado por ser a única criança ali. Mas, naquele fatídico dia, sua idade tão pouco importava. Ouvia uma música ambiente bem calma por apenas um lado do seu fone, enquanto ouvia as instruções do treinador atentamente com a orelha desocupada. Já estava vestindo o seu traje, de coloração esmeralda e uma máscara que cobria grande parte do seu rosto - ali ele era conhecido apenas como Frenesi.

—— Eu... Vou fazer a proteção do velório de Benedicto Muniz? —— Sussurrou para si mesmo após ouvir as instruções do treinador, era uma responsabilidade e tanto ter que cuidar do cadáver de alguém que ele tanto admirava - e era a sua primeira missão. Foi quando um sorriso esboçou-se em baixo da máscara que cobria o rosto do nariz para cima - deixava apenas uma abertura aos olhos. Era uma honra para Ulisses participar daquele evento, encheu-se de orgulho; queria dar o seu melhor naquela missão para honrar a dignidade do herói que adormecia dentro do caixão.

Não demorou para que a Van deixassem os heróis no local designado, a equipe de heróis saíram do veículo; o guri foi um dos últimos a sair, estava com a boca repleta de balas suprindo o seu vício por doces, do seu fone já tocava uma música mais animada. Agora exalava energia, embora ainda se continha pela timidez. Estava ansioso para a sua primeira missão, um frio na barriga em conjunto com  bastante otimismo, aliás, estava confiante de si mesmo e bastante ansioso. Além de ter a honra de poder proteger um dos seus heróis favoritos, provavelmente iria conhecer outros heróis renomados - e talvez, sua mãe estaria trabalhando ali também. Sabia que Rodolfo Quadros, o último patriota vivo, provavelmente estaria ali; era bastante entusiasmado com a ideia de conhecer heróis que já haviam feito história e que ele tanto admirou durante sua infância.

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 28/6/2016, 16:37


Estava em minha casa, dormindo tranquilamente até que meu celular ficou apitando como se fosse alarme.
Acordando, liguei a luz do quarto, olhando meu celular.
- A Legião nos chamando? Entrei na mensagem, visualizando-a
- Opa - Murmurei a si mesmo. - Ok, isso pode ser legal
-Mas espera um pouco? - franzindo testa - Sequestrar um corpo?
- Vai saber, dinheiro é dinheiro.
Mesmo falando sozinho fiquei um pouco mais na cama.
Logo pulei da cama, dei uma corrida até ao chuveiro, logo tomando um banho, e me arrumando.
Chegando a base consegui ver poucos vilões, pois a maioria teria saído, até que chamaram meu nome entrei em uma das ultimas vans e esperando, continuei mexendo no meu celular vendo muitas noticias.
- Eu acho que esses Repórteres  são muitos curiosos, seria uma pena se as câmeras ao vivo falhassem. -   Murmurando para mim mesmo, logo desligando o celular e guardando-o.
Puxo uma barra de chocolate graças a seu vicio, e começo a come-la
Coloco meu boné junto com meu fone de ouvido.
Puxei o meu celular, escolhi uma musica, logo guardando-o no bolso e aguardando até a a chegada


When least expected, I will appear...


Unknown


Thanks One Way @ Cupcake Graphics

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Líder em 28/6/2016, 22:29

A morte de Benedicto, pouco a pouco, transformava-se num verdadeiro evento, com direito até mesmo a cobertura internacional da mídia. Do lado de dentro, todos os Protetores originais, acompanhados do último Patriota, acompanhavam o velório com muita comoção. Um pequeno tumulto chegou a ser formado quando o boato de que Ana Clara Simão, a Télonn, possivelmente poderia comparecer, se espalhou entre a multidão, e um pequeno grupo chegou a protestar às portas do museu, se dispersando quando os boatos foram desmentidos.

O grupo montado para fazer a proteção do corpo já se posicionava estrategicamente, se aproximando do caminhão dos bombeiros que transportará o corpo do ex-Patriota. Mary e Liam, seguindo instruções do Treinador, se colocavam a frente do caminhão, enquanto Ulisses era orientado a se misturar na multidão e observar suspeitos. Sua pouca idade fazia com que uma função mais importante lhe fosse evitada, principalmente algo que pudesse colocar mais risco a sua vida.

Dentro do museu, o velório chegava aos seus últimos instantes. O grande salão do museu estava tomado por heróis novos e antigos, heróis aposentados, grandes personalidades e políticos que buscavam fazer nome diante daquilo. O último discurso seria dado pela sua única neta, Carolina von Brocken, uma atriz de renome e filha única da falecida Ophélia Muniz, filha de Benedicto, que já subia ao palanque.

- Antes de tudo, eu gostaria de agradecer a todos pela presença. Para vocês, este homem foi um grande herói, uma lenda viva. Para mim, ele não era apenas isso, era meu avô querido. Mais que isso, foi como um segundo pai pra mim. Desde o falecimento de meus pais, este grande homem me acolheu, me criou e cuidou de mim. Sempre que eu precisei, ele estava lá. Mesmo quando me casei, ele estava lá. Mesmo quando saí de casa, ele estava lá. Ele conheceu meus filhos, era minha referência e, mesmo quando ele descobriu sua doença, ainda vivia preocupado comigo, com meu bem-estar, chegando a me ligar mais de uma vez por dia. Até o seu último dia ele esteve preocupado comigo, esteve junto de mim. Olha... - ela para de falar, limpando as lágrimas de seus olhos e sendo aplaudida - Posso pegar um dicionário inteiro de agradecimentos, que não seria o suficiente para agradecer pela grande pessoa que ele foi. Como herói, salvou muitas vidas. Como avô, deu sua vida por mim. E agora espero que ele possa, finalmente, descansar em paz longe do sofrimento que é este planetinha azul. Obrigada pela atenção - Carolina descia do palanque montado para o discurso sob calorosos aplausos. Logo depois, um último coral começava a cantar hinos evangélicos, e os bombeiros já entravam para recolher o caixão e levá-lo ao caminhão.

Próximo dali, as vans que carregavam os vilões convocados pela Legião Sombria já estacionavam, deixando todos com uma visão privilegiada da avenida por onde o desfile iria passar. De uma das vans, desciam Ricardo e sua marionete, Lucas e um monstrengo que "fez amizade" no caminho de Nova Esperança até Sacramento e Maike, um mutante contratado para fornecer apoio ao grupo.

Na outra van, que parava do outro lado da rua, desciam Liliana e Pitersson, e os dois já iam na direção do restante do grupo. Alguns já realizavam seus planos para ataque, mas todos foram interrompidos por um dos motoristas da van, um dos Secretários da Legião Sombria.

- Vocês não podem chegar atacando, isso chamaria atenção demais. O plano consiste em extrair o corpo rapidamente e fugir. A passeata passará por aquela avenida - o Secretario aponta para o lado oposto ao que as vans tinham vindo, a leste - E é ali que vocês vão agir. Aquele ponto é o que concentrará menor força policial, de acordo com nossos contatos na Delegacia de Sacramento. Até os reforços chegarem, vocês terão cinco minutos. Provavelmente haverá escolta dos Protetores, então tomem cuidado, não os subestimem. Os Protetores originais, porém, não vão acompanhar o desfile. Então mexam-se e eu os estarei esperando na Rua Petrônio Somali, que fica duas ruas daqui. Não decepcionem o homem do capuz. Se posicionem e aguardem o momento ideal.

Passados alguns minutos, o desfile começou, com o caixão sendo colocado no topo do caminhão de bombeiros. Duas bandeiras do Brasil adornavam o caminhão, e uma multidão seguia o veículo. No meio da multidão, Fantasma caminha, com as mãos aos bolsos, observando o desfile como um todo. Ele, assim como os heróis designados para a escolta do caminhão, percebem o excesso de câmeras que filmam todo o desfile, além dos repórteres que, a cada 5 minutos, fazem chamadas ao vivo. O silêncio impera entre todas aquelas pessoas, e os sons das honrarias militares eram possíveis de serem ouvidos por toda a multidão.

DETALHES

Nome da Missão: A morte de um mito
Turno Atual: 2
Grupos: Todos
Prazo: 5 dias para postagem

Informações da Missão

- Esse é o último turno que em que personagens podem entrar na missão. Precisa explicar o motivo do "atraso".
- Sigam as orientações que estão no texto da missão, mas são livres para tentar outra coisa.
- O comboio passará por duas ruas curtas antes de entrar na avenida menos segura.
- Missão ON, ou seja, há risco de morte
- Apenas uma conta por usuário
- Lembrem-se de discriminar suas ações e rolarem os dados. Consultem o Sistema de Combate em caso de dúvidas
- Não se esqueçam de seguir as regras. Caso haja alguma quebra, vocês sofrerão as consequências (falo sério!)
- Dúvidas, Chat ou MP




@ travvy



Mensagens : 537

H-File
Atributos:
AtributosValorXP Acumulado
Força100TUDO
Resistência100TUDO
Agilidade100TUDO
Destreza100TUDO
Concentração100TUDO
Raciocínio100TUDO
Percepção100TUDO
Vontade100TUDO

Poderes e Habilidades Especiais:
Desvantagens, Perícias e Equipamentos:
http://heroisbrasileiros.forumeiros.com

Líder

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 29/6/2016, 17:04


Missão
Blackstar





Quando chegamos no museus, tínhamos que correr para nos posicionar no lugar certo ao qual o Treinador havia nos intruido e por incrível que pareça eu não me senti muito confortável em estar na frente do carro quando ele saísse, mas ordens eram ordens e sendo assim desobedecer poderia ser uma consequência pior ainda.

O sol que batia em mim poderia me deixar mais fraca se eu não estivesse protegida como estou, capuz com uma mascara cobrindo quase todo o meu rosto ao qual apenas meus olhos poderiam ser visto se olhados de perto, olhava para Liam ao qual ainda não havia se posicionado e logo abri um sorriso na mascará que talvez saberia confiar nele.

Estava me posicionando na frente do caminhão e logo parava esperando a hora em que o mesmo saísse, já que eu e Liam seriamos as pessoas que iriam proteger o mesmo na frente e com isso tudo o que acontecer irá nos atingir primeiro e depois irá chegar no caminhão, parecia que nunca mais tínhamos feito algo parecido juntos depois que ele saiu dos Protetores, apesar de eu me sentir muito bem com eles e com isso apenas aguardava as ordens.


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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 30/6/2016, 10:38

let's play with die, bitches

Estava na van por quase meia hora quando finalmente chegamos, descia e caminha pela rua, algumas pessoas ao me ver com aquelas roupas góticas se assustavam, umas faziam o sinal da cruz, outras puxavam as crianças para mais próximas delas, sorria com aquilo.
- Aeeeee Chegou botando ordem na biqueira........-
- Deus disse desce e arrasa....-
- Só faltou o fundo musical da Anitta, “Prepara que agora é hora é o show da poderosa”, arrasou vinhada!!!!!-
As vozes e coavam em minha mente enquanto caminhava, em conjunto com meu parceiro, não o conhecia, porem na verdade poucas pessoas ficavam perto de mim por conta do meu jeito de ser, foi então que quando estávamos tramando nossa mini guerra um dos almofadinhas parou com uma das vans e disse para não usarmos poderes, aquilo me chateou.
- Ahhhhhhhhhhh não nos arrasa não monamoour........-
- Aff que graça tem sem explosões....-
- Que!!!!! Sem zumbis canibais...vamos pra casa!!!!!-
Após o secretário sair, revirava os olhos e em seguida fitava meu companheiros.
- Eu sei meus anjos, mas precisaremos de um plano de distração, para afastar as pessoas para que possamos ter chance de pegar o corpo, quem se habilita a causar a distração, pois sem isso será impossível pegarmos esse corpo, e precisamos pensar rápido pois a caravana já começou....-
Colocava as duas mãos na cintura e aguardava a respostas dos companheiros, pois logo a caravana iria passar pela rua, pois já era possível ouvir as honrarias militares.
Legenda:

Voz da Liliana
Voz de Henrique
Voz do Carlos
Voz do Pedro



Liliana Castro
"Necromonger"


Dados do Turno:








Poderes Utilizados:




Dados básicos:





Equipamentos:


Equipamento
Bônus +2 de Ataque + 1 de Defesa(200 reais)
Habilidade Especial +2 (testes de acerto) (600 reais)
Valor do véu 150 reais



Perícias:


Conhecimentos de poderes: O personagem possui conhecimento sobre tudo relacionado à ciência dos superpoderes (funcionamento, fraquezas, vantagens, etc.). Custa 2 PEs

Furtividade - O personagem é furtivo, conseguindo invadir locais, se aproximar de alvos, empunhar objetos e se esconder sem ser notado. Custa 1 PE

Sobrevivência – florestas - O personagem conhece todas as técnicas de sobrevivência em um ambiente específico. Custa 1 PE

Fuga - O personagem é um mestre nas fugas, podendo escapar de locais fechados como prisões, celas, jaulas, etc. ou escapar de algemas, por exemplo. Custa 2 PEs


Desvantagens:


Assombrada: Você é assombrado por algum espírito. Não sabe se é coisa de sua cabeça ou se isso realmente é real, mas em tudo o que você vai fazer, lá está o espírito lhe assombrando. Você não consegue ignorar a presença desse espírito, e recebe -3 em seus movimentos quando o espírito estiver presente. O momento da presença do espírito será a critério do narrador, assim como o nível de interação que você pode ter com ela. (2 PE).

Liliana é assombrada pelos três garotos que matou.

Inimigo: Você possui inimigos que estão dispostos a te matar ou te atrapalhar ao máximo. Valor de PE vide lista:

Se tiver 1 inimigo com poderes, um grupo de civis como inimigos ou alguns policiais - 2 PE
Se tiver uma dupla ou trio de inimigos poderosos, uma grande população hostil, uma gangue - 3 PE
Se tiver um grupo de mais de 6 pessoas poderosas como inimigos, alguma máfia, algum governo - 4 PE

Na trajetória da Liliana ela marcou muitas pessoas, inclusive a Polícia Federal Brasileira, por conta de um incidente com os agentes deles, mortos pela Liliana, acabou com isso, colocando um alvo em suas costas, recebendo assim o nome de Dama do véu, a Polícia Federal pediu ajuda a outras instituições internacionais numa tentativa de coibir as ações da Dama do véu em outros países. (4 PE).


PODERES:


[/color]

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 1/7/2016, 18:18


Não entendia o que havia de especial no velório de um dito herói, ou porque tantas pessoas deixavam seus afazeres e vidas desprezíveis para acompanhar um cortejo fúnebre. A mídia estava presente em massa. Toda e qualquer ação seria transmitida em cadeia nacional, o que não lhe preocupava para ser sincero. Seu dever era simples e não tinha porque procurar explicações do porque realizar aquele ato, seria apenas um missão como qualquer outra missão.

Não Depois de ouvir as instruções – baboseira se quer saber minha opinião – traçou em sua mente os passos do seu próprio plano e de como agir. Se a ideia é ser furtivo, sútil e não levantar suspeitas – Um Mestre de Marionetes é o que você precisa.  – Precisamos de uma distração discreta isso sim, entre os civis – Alguém que controle mentes ou algo do tipo, causar uma confusão entre civis do lado oposto ao corpo, sem estar por perto. Não Ricardo comentou antes de se afastar do grupo que ainda estava no local, se desse sorte alguém entenderia seu plano.

Não Ricardo observou um dos policiais passando e resolveu tentar o controlar com sua magia dos fios – Caso conseguisse seria mais fácil aproximar-se do caminhão e consequentemente concluir a missão e para isso precisaria de sua marionete e porá isso teria que usar sua magia de animação de objetos na mesma.


Ações:
Ação 1 - Tentar controlar o Policial ( NPC) Utilizando a Magia dos Fios
Ação 2 - Ativar o Controle sobre a Marionete - Animação de Objetos.

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 1/7/2016, 18:18

O membro 'Ricardo Reis' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 'Ataque' :


--------------------------------

#2 'Ataque' :

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

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