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Cap. 1 - A morte de um mito

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 1/7/2016, 19:38

Desci da van, logo estralei os dedos e meio que em tom alto falei:
-HORA DO SHOW!
Mas tirando isso de lado.
O Tio secretario, disse alguma coisa de distração, E de policias, e pensei, porque não hackeio a radio dos
policiais também?
Puxei meu computador de mão, e já comecei a hackear, então quase terminei, e já preparei um vídeo de um gato
tocando piano.
Sim um gato tocando piano.. Ok, logo após isso, uma gótica trevosa, saiu da van, eu nada contra, e logo as
pessoas começaram a fazer cruzes e crianças seriam puxadas, como se fossem ser estrupadas, mas prefiro não falar nisto, olhei ela e disse:
- Qual é o problema em ser gótica, moça?


Video Escolhido:



When least expected, I will appear...


Unknown


Thanks One Way @ Cupcake Graphics

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 1/7/2016, 19:38

O membro 'Pitersson Candy' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


'Esquiva' :

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 1/7/2016, 23:27



Morte ... Morte, que talvez seja o Segredo dessa Vida



A perfeição não estava agregada ao ser humano, talvez a grande graça deles fossem o erro e a morte. Deixar as coisas com certo prazo trazia um furor, coisa que não cabia aos anjos. E nem errar, errar não era angelical, sempre buscavam o máximo a perfeição, tal palavra em qualquer língua não era aceita.

Maria, como era conhecida na terra, estava sentada a beira de um precipício tentando digerir uma informação. Ela estava acostumada com mortes, sabia que aquele ser ainda reencarnaria com um novo aprendizado, mas a hora de partir sempre se fazia triste no coração da anja, ainda mais um que havia feito tanto bem. Mordeu os lábios e fitou o céu, dessa vez agradecendo a Deus por ter lhe criado exatamente desse jeito. Olhou para o lado e tocou em suas asas, com as mais delicadas plumas e da cor mais pura que já existiu.

O coração sangrava, mas ainda assim precisava ir, não sabia quanto tempo havia passado ali, meditando... Mas aquilo havia sido necessário, havia orado a Deus pedindo que sua alma fosse guardada e agora ela cuidaria para que seu corpo não fosse roubado por seres de tão pouco coração.

Ange ficou de pé e calçou os saltos pretos que estavam ao seu lado, notava que já estava de uniforme. Deu um meio sorriso, suspirou profundamente e abriu suas asas dando começo a um voo calmo e sobre as nuvens, para não ser enxergada por um ser humano, ou um avião. A viagem foi rápida, voar era mais rápido do que ir andando ou em algum meio de transporte humano. Sobrevoou a rua movimentada, notou que estava atrasada, realmente havia de perdido ali em seus pensamentos, mas ainda estava em tempo precisava ajudar aquele corpo a ficar a salvo, era seu dever ...

Bateu asas até parar em um alto prédio, onde doloridamente as fechou, deixou que uma lágrima de dor caísse e logo foi para o elevador ... Desceu todos os andares e deu de cara com a rua movimentada. Passou por todas as pessoas de forma rápida, todos estavam ali e nem ligavam para a presença da loira. Chegou ao lado do carro com bandeiras e o acompanhou fitando o movimento de todo o local procurando olhares obscuros e maldosos.

De longe percebeu que algo vinha até proximo do caminhão, havia todo um alarde. Ange rapidamente ajusta seu arco nas costas e pega sua pistola, a procura de mais aproximação e melhor compreensão dos fatos. As coisas complicaram quando o sistema de auto falante foi hackeado.



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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 2/7/2016, 01:46


Missão Principal

Várias abelhas das fofocas se aglomeraram mais sobre os seguranças do público comum querendo saber do boato que Télonn viria para o evento. Um tipo de manifestação começou com essa ameaça da corrupta comparecendo, mas do mesmo jeito se encerrou essa palhaçada que se iniciou por alguém à toa querendo polêmica. Não podia menospreza tal ato, enquanto observava algumas pessoas ali perto e até mesmo as pessoas se afastando de novo me fez pensar que Télonn podia de fato aparecer porque seria um ato grande para roubarem o corpo na confusão.

Treinador saiu novamente do museu e direcionou para mim e Mary ficarmos a frente do caminhão, confirmei com a cabeça e levitei pelo caminho poupando minhas pernas caso tivesse briga e ficasse cansado por ficar em pé andando, ou parado esperando tanto tempo. Não apressava o evento, não ousaria fazer isso, mas também não iria me deixar ficar cansado com coisas bobas. Dei a volta no caminhão ficando mais afastado do museu que Mary e me peguei tendo a leve ideia que precisávamos de mais pessoas para a escolta.

Conseguia ouvir pelo comunicador, o discurso da neta do Benedicto, o herói que me atualizava do velório avisou que era o último discurso do velório e que depois iriam vir carregá-lo. O volume do comunicador diminuiu um pouco e pude ouvir o discurso todo da garota sem me focar tanto pela vigia da frente do caminhão. Foram palavras pesadas que apesar de não reconhecer aquelas situações, eu sabia que foram difíceis e ele deve ter um exemplo perfeito da palavra herói em seus diferentes locais, com ou sem máscara.

Os minutos após o discurso serviram como uma reflexão do que eu estava fazendo dos Salvadores, se queria mesmo criar outro grupo, ou não. Parecia uma ideia promissora, mas não facilmente comprada pelos demais e então ouvia a música instrumental da banda. Pior que estar na avenida de carnaval, ouvi a corneta no fundo do meu tímpano e odiava à música que se sucedeu depois. Vi com o relance de olho o caixão sendo posto no automóvel e pude relaxar um pouco do barulho instrumental que ainda zumbia na minha mente com eco.

Não foi forte como se fosse alto realmente no meu ouvido, mas o susto me incomodou como se tivesse sido. “É HORA DO SHOW PORRA.” ecoou em minha mente e logo vieram as honrarias militares, mas já estava relaxado e aquele zumbido de antes já havia sumido da minha memória. Respirei fundo focando no caminho e no trabalho de escolta do caminhão pra proteger o caixão e mais importante, ficar alerta e não deixar suspeitas para trás e ser surpreendido.

Tag: Escolta >> Clothes: Aqui

Thanks

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 2/7/2016, 20:06

É o terceiro cigarro que eu fumo desde que cheguei aqui. Ainda estou com uma mão no bolso do casaco, mas não sei quanto tempo vai demorar para acontecer algo. Vejo muitas pessoas sérias no meio da multidão, provavelmente agentes da DELTA, eles estão seguindo o desfile, misturados na multidão, mas eu consigo ver seus rostos preocupados, sozinhos. Olho para todos os lados, procurando por ameaças eminentes, qualquer má intenção no olhar pode iniciar o inferno que esse lugar vai virar. As crianças a minha volta, os idosos, não posso fazer nada por eles, não adianta gritar mandando todos irem embora, Benedicto era importante demais para que essas pessoas vão embora sem um motivo muito bom, e um preto com cabelo rastafári, gritando não vai ser esse bom motivo.

Conforme o desfile segue, fica mais claro que as coisas vão piorar, essa sensação me corrói por dentro. No jornal que eu li de manhã mostrava a rota do desfile pela cidade. O mapa mostrava que eles vão passar por duas ruas antes de chegarem... Sim... Naquela rua larga que eu passei e não vi nenhuma viatura esperando eles passarem. Filhos das putas! Volto por onde vim e paro na rua que julgo ser o local mais propicio para um ataque.

O desfile ainda não chegou, mas já vejo alguns civis chegando, mas pode ser que haja mais do que simples civis entre eles. Olho para cima e penso que mais pessoas podem estar no topo dos prédios, nos observando, monitorando o desfile. Merda, esse lugar pode estar infestado de vermes e eu nunca vou saber quantos desses porras tem nessa rua. Me encolho atrás de uma caçamba de lixo na esquina de um beco estreito com a Avenida Presidente JK. A marquise dos prédios faz uma sombra na minha localização me deixando oculto com minha roupa escura. Puxo o capuz do meu casaco e levanto o lenço que estava enrolado em meu pescoço e o mesmo sorriso de caveira que estampa a minha mascara, está nesse lenço. Me mantenho nas sombras enquanto observo cada um que passa pela rua, seja quem for que comece a confusão, eu preciso saber quem será. Seja herói ou vilão, eu preciso saber quem vai dar o primeiro tiro.

Ação:

Localizar os heróis e vilões envolvidos.

INT 2 + 1D12

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 2/7/2016, 20:06

O membro 'Fantasma' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


'Defesa' :

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Líder em 13/7/2016, 14:12

A equipe de proteção que lá estava, pouco a pouco, ia acompanhando o caminhão que fazia o cortejo. Ulisses, que se distraiu com toda a multidão, acabou ficando pra trás e não tinha visto o caminho pelo qual todos seguiram.

No meio da trupe dos vilões, eles já começavam a planejar entre si um plano para fazer toda a bagunça. Liliana conversava com Ricardo, e podia ouvir Lucas provocando o gigante do grupo, que parecia estar ficando nervoso. O hacker do grupo, Pitersson, até tentou invadir os sistemas, mas logo foi bloqueado por um firewall de última geração, com o símbolo do D.E.L.T.A. nele. Noutro ponto, Ricardo já pegava sua marionete e a animava, chegando a assustar alguns desavisados que se esqueceram do poder dele de animar objetos. E tudo parecia correr bem... Exceto para uma pessoa.

Fantasma sentia que havia algo errado. Ele se lembrava dos jornais e logo corria para a Avenida Presidente JK, onde o desfile passaria. Ele podia perceber a movimentação de pessoas crescendo, e haviam várias grades de proteção nas calçadas, com alguns funcionários da prefeitura terminando de colocá-las e mandando as pessoas irem para as calçadas. Se escondendo num beco para não chamar muita atenção, ele começa a olhar para ver se conseguia ver pessoas suspeitas. De primeira, viu Ricardo de longe, animando sua marionete, além de todo o grupo da Legião Sombria e dos Anarquistas que estavam prestes a atacar o desfile. Arregalando os olhos, ele se colocou num dilema. Sabia que os vilões estavam ali, mas seriam eles vilões mesmo? As aparências as vezes enganam, mas dessa vez parecia ser algo mais sério. E agora? Avisar os policiais, os Protetores, ou qualquer um que estivesse ali? Ou tomar partido da situação? O desfile estava prestes a entrar na avenida...

Maria Carstairs, que se esquecera do horário do desfile, saía de um prédio e entrava no meio do povo. Ela sentia que seu dever, naquele momento, era de acompanhar o desfile, mas parecia estranha, ouvia vozes e imaginava que o sistema estava hackeado, sendo que seu funcionamento estava pleno. Fora isso, a anja olhava para os lados e procurava pessoas que pretendiam fazer algo errado. Ela pôde ver várias pessoas que pretendiam fazer algo errado, mas todas eram coisas pequenas, como comer o pedaço de bolo do irmão, sair sem pagar a conta de um restaurante, votar em políticos corruptos... Apenas coisas do tipo. Não tinha como saber se alguém ali pretendia fazer algo mais grave.

O cortejo seguia pelas ruas de Sacramento, e já era visível que estava chegando na Avenida Presidente JK. Os vilões começavam a se preparar para o que estava vindo, e o líder da operação já reunia o grupo, ouvindo os planos que foram definidos. E, de longe, Fantasma podia ver tudo o que estava acontecendo.

- Gostei de sua ideia, rapaz - diz o chefe, olhando para Ricardo - Uma distração pode ser muito efetiva. Porém precisaremos achar algum jeito de pegar o corpo. Não se esqueçam, existem equipes de TV mostrando tudo, então precisamos tirar o foco de todos. Pode dar trabalho, mas é o melhor caminho a se fazer. E grandão, não quero ninguém sendo arremessado hoje, entendeu? Muito bem, mãos à obra, vamos pegar aquele corpo.

DETALHES

Nome da Missão: A morte de um mito
Turno Atual: 3
Grupos: Todos
Prazo: 5 dias para postagem

Informações da Missão

- Pitersson, para quebrar a codificação do DELTA, precisa passar por um teste de Raciocínio de dificuldade 7. E isso só aconteceu por que você não discriminou a ação que tinha que fazer.
- Fantasma, você precisa decidir o que fazer. Você pode tomar qualquer decisão das comentadas ou ficar apenas olhando. Lembrando: Você só suspeita de que existem agentes ali, não tem certeza de que são. Pode encontrar os Protetores por seus uniformes. A polícia está devidamente trajada.
- Ulisses ficou pra trás e precisa gastar uma ação para voltar a acompanhar o desfile.
- Maria, você determinou que a ação do Pitersson teve sucesso, e isso é metagame (Pitersson não discriminou a ação).
- O resto, ação livre. Todos sabem que o comboio está entrando agora na Avenida Presidente JK.
- Não poderão mais entrar na missão quem estiver fora.
- Quem ficar sem postar na missão vai sofrer... E muito
- Lembrem-se de discriminar suas ações e rolarem os dados. Consultem o Sistema de Combate em caso de dúvidas
- Não se esqueçam de seguir as regras. Caso haja alguma quebra, vocês sofrerão as consequências (falo sério!)
- Dúvidas, Chat ou MP




@ travvy



Líder
Mensagens : 553

H-File
Atributos:
AtributosValorXP Acumulado
Força100TUDO
Resistência100TUDO
Agilidade100TUDO
Destreza100TUDO
Concentração100TUDO
Raciocínio100TUDO
Percepção100TUDO
Vontade100TUDO

Poderes e Habilidades Especiais:
Desvantagens, Perícias e Equipamentos:
http://heroisbrasileiros.forumeiros.com

Teste

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 15/7/2016, 11:23


O cortejo fúnebre seguia pelas ruas e logo entraria na avenida JK, incrível como tantas pessoas tinham deixado seus afazeres para prestarem suas homenagens ao herói caído, ou usarem dessa desculpa para matar o trabalho, tanto faz. Ricardo concentrou-se na missão e no que precisava ser feito, estavam reunidos e sabia que não podia ficar tanto tempo parado. Escutou o líder e apenas concordou com um aceno, esperando que os outros fossem rápidos o suficiente para causar uma distração convincente e atrair a atenção dos policiais e heróis.

Alheio aos demais Ricardo pegou sua marionete e a colocou junto de si, como se fosse apenas uma marionete – digo, um boneco sem vida. O primeiro passo era aproximar-se furtivamente do caminhão responsável pelo transporte do presunto, aproveitando-se da multidão e dessa forma, misturar-se e ser apenas mais um cidadão. O que não podemos considerar tão difícil de ser feito, já que a movimentação no local era intensa.

Ricardo precisava dar prosseguimento ao plano, qual seria o próximo passo? Danificar o tanque de combustível ou os eixos inferiores do caminhão com um ataque de espada da marionete – isso seria suficiente para ganhar tempo e causar um aglomerado desnecessário de pessoas em torno do caminhão – A ação precisaria ser rápida  - o ataque da marionete e logo depois fazer com que ela voltasse.

Spoiler:
Ação 1 – Aproximar-se do caminhão – Perícia furtividade
Ação 2 – Sabotar o caminhão com a Marionete – cortar com a espada ( Fios, eixos, tanque de gasolina)
Ação 3 – Recuperar a Marionete
Obs: Ação 2 e 3 dependem do sucesso da ação 1 -

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 15/7/2016, 11:23

O membro 'Ricardo Reis' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 '1d12' : 5

--------------------------------

#2 '1d12' : 8

--------------------------------

#3 '1d12' : 6

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 16/7/2016, 11:39

let's play with die, bitches

Estava na hora da distração, via Ricardo se preparando para iniciar, começo a caminhar em direção a um beco próximo me aproveitando o começo a ir em direção ao beco, não queria ser detectada.
”...Prevejo macumbas vindo...”
”..Lili vai começar a tocar o terror...”
”....Prepara que agora é a hora...”
As vozes ecoavam em minha mente enquanto caminhava para o beco, não queria chamar a atenção, quando finalmente chego respiro fundo, e começava a me concentrar para realizar meu movimento para ajudar na distração.
– É chegada a hora...-
Falava murmurando pouco antes de fechar os olhos e colocava o véu prendendo-o em meu rosto e então começo a convocar meus zumbis.
– Espíritos do mal, da luta e da discórdia, deem a essas almas caídas uma nova vida, Retorno Aterrorizante !!!!!!!!!!!!!...-
Retorno Aterrorizante
Tento utilizar minha habilidade para trazer dois zumbis para a luta que viria, observo as duas criaturas necromânticas que acabava de criar.
”...Eita olha a macumba ae gente...”
”...Meu Deus é maior...”
“...Eu disse que iria arrasar...”
Sorria de canto de rosto.
– Vão meus filhos e espalhem o caos na avenida J.K...
Dizia enquanto via os Zumbis correndo em direção à Avenida J.K

Legenda:

Voz da Liliana
Voz de Henrique
Voz do Carlos
Voz do Pedro



Liliana Castro
"Necromonger"


Dados do Turno:



Convocar dois zumbis para irem a Avenida J.K




Poderes Utilizados:


Movimento Especial: Retorno Aterrorizante.
Efeito: CAMPO DA STAFF
Controle: 1
Potência: 1
Nível: 1
Gasto de CF: Muito Alto.
Descrição: Liliana consegue invocar para o campo de batalha duas (2) criaturas do tipo zumbi (seja animal ou humano) eles não são limitados por turnos, pois possuem HP próprio, conseguindo realiza apenas uma ação por turno, ataque, defesa.


Dados básicos:





Equipamentos:


Equipamento
Bônus +2 de Ataque + 1 de Defesa(200 reais)
Habilidade Especial +2 (testes de acerto) (600 reais)
Valor do véu 150 reais



Perícias:


Conhecimentos de poderes: O personagem possui conhecimento sobre tudo relacionado à ciência dos superpoderes (funcionamento, fraquezas, vantagens, etc.). Custa 2 PEs

Furtividade - O personagem é furtivo, conseguindo invadir locais, se aproximar de alvos, empunhar objetos e se esconder sem ser notado. Custa 1 PE

Sobrevivência – florestas - O personagem conhece todas as técnicas de sobrevivência em um ambiente específico. Custa 1 PE

Fuga - O personagem é um mestre nas fugas, podendo escapar de locais fechados como prisões, celas, jaulas, etc. ou escapar de algemas, por exemplo. Custa 2 PEs


Desvantagens:


Assombrada: Você é assombrado por algum espírito. Não sabe se é coisa de sua cabeça ou se isso realmente é real, mas em tudo o que você vai fazer, lá está o espírito lhe assombrando. Você não consegue ignorar a presença desse espírito, e recebe -3 em seus movimentos quando o espírito estiver presente. O momento da presença do espírito será a critério do narrador, assim como o nível de interação que você pode ter com ela. (2 PE).

Liliana é assombrada pelos três garotos que matou.

Inimigo: Você possui inimigos que estão dispostos a te matar ou te atrapalhar ao máximo. Valor de PE vide lista:

Se tiver 1 inimigo com poderes, um grupo de civis como inimigos ou alguns policiais - 2 PE
Se tiver uma dupla ou trio de inimigos poderosos, uma grande população hostil, uma gangue - 3 PE
Se tiver um grupo de mais de 6 pessoas poderosas como inimigos, alguma máfia, algum governo - 4 PE

Na trajetória da Liliana ela marcou muitas pessoas, inclusive a Polícia Federal Brasileira, por conta de um incidente com os agentes deles, mortos pela Liliana, acabou com isso, colocando um alvo em suas costas, recebendo assim o nome de Dama do véu, a Polícia Federal pediu ajuda a outras instituições internacionais numa tentativa de coibir as ações da Dama do véu em outros países. (4 PE).


PODERES:


[/color]

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 16/7/2016, 11:39

O membro 'Liliana Castro' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 '1d12' : 8

--------------------------------

#2 '1d12' : 2

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 16/7/2016, 14:37


Missão
Blackstar

 
 
 


Estava tudo tranquilo a frente do caminhão ao qual estava o herói morto e eu não me sentia muito segura que isso iria durar muito tempo e por algum motivo eu sentia que algo muito em breve poderia acontecer ou os meus sentimentos poderiam estar me enganando. Não poderia ficar sem fazer eu tinha de ter algum plano para ver se os meus sentimentos não estariam me enganando e com isso a minha única chance seria tentar utilizar de meus sentidos aguçados para ver, ouvir ou até mesmo cheirar alguém tentando se aproximar.

Vampiros são aqueles que se podem dizer que a maioria das vezes conseguem se sair muito bem em certo aspectos, algo como seus sentidos aguçados e também em sua força, agilidade e velocidade e com isso eu posso lidar muito bem já que eu convivo com meu vampirismo, como diziam os humanos de minha época. Ainda sim alguns dos podes que nós temos podem nos enganar ou até mesmo não funcionar e eu sou uma prova disso, além de nossas fraquezas de não podermos andar livremente no sol, não podemos com símbolos religiosos e nem mesmo o alho, mas isso não era algo para se pensar e então tinha de me focar em meu objetivo principal proteger o corpo do herói.

Poderes:
Nome do Poder: Raça - Vampiro
Descrição: O poder dos vampiros faz com que essa espécie possua agilidade sobrehumana, reflexos sobrehumanos, sentidos aguçados, força sobrehumana, regeneração, visão noturna e presas afiadas.
Condição: Só pode ser pego por vampiros. Ocupa os três espaços de poderes. Precisa pegar as seguintes desvantagens: Fraqueza (Luz Solar e Símbolos Religiosos) e Dependência (Sangue). A desvantagem "Maldição" é opcional. Todas essas desvantagens valerão apenas 1 PE cada, mesmo que seu valor nominal seja maior.
Gasto de CF:
• Passivo: Cura Vampírica (recupera 1 HP por turno), Sentidos Vampíricos (Sentidos 25% acima do humano, recebe +1 em Percepção), Visão Noturna (recebe +2 em movimentos no escuro)

Perícia:
Arte Marcial - Jiu Jitsu - O personagem detém os conhecimentos básicos de uma arte marcial específica. Custa 2 PE;

Desvantagem:
FRAQUEZA - 3 OU 4 PE:
Assim como a kryptonita está para o Superman, alguma coisa está para você. Há algo existente que te enfraquece de uma maneira incrível, podendo inclusive te matar. Diferente da alergia, você não consegue viver perto disso. Quando em contato com o elemento que corresponde à sua fraqueza, você receberá dano de 4 HP por Turno e um redutor de -4 em todos os seus movimentos.

Objeto/Elemento Comum (Leite, luz solar, algum poder, condição ambiental...). Luz Solar, qualquer lugar ou símbolo religioso, alho.  - 4 PE

Atributos:
Força: 5
Resistência: 5
Agilidade: 2
Destreza: 1
Concentração: 2
Raciocínio: 2
Percepção: 1
Vontade: 2

Ações:
1 - Usar sentidos aguçados para tentar ouvir, cheirar ou ver algo incomum ao seu redor.



copyright 2014 - All Rights Reserved for Larissa

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 16/7/2016, 14:37

O membro 'Mary T. Bellemare' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


'1d12' : 6

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 16/7/2016, 16:12


Missão Principal

Sonoramente me senti bloqueado com o barulho da fanfarra baixo pelo costume, aquele estardalhaço da mídia nas laterais entre a calçada e as pessoas do desfile, tudo baixo pra mim por estar procurando algo em especial. Não sabia o que era, até minha flutuação parecia se desestabilizar se não fosse minha simulação de passos apesar dos pés parados. Não só como andar, de certa forma poderia ser como um barco balança no mar, ocasionalmente com uma onda e minha audição variava com barulhos diferentes dos gritos e do ritmo instrumental.

Será que estava sendo grosso com a mídia? Talvez fosse, eu olhava para baixo, para os cantos, até mesmo para Mary, mas em nenhum foco das câmeras. Parcialmente torcia pra não perder nenhum detalhe deles, até olhava pra frente verificando o caminho em que estávamos indo, pois recebia avisos do Treinador pelo comunicador sobre o caminho do desfile e o alerta da próxima avenida. Não tinha nada muito específico como uma pista dos vilões, só uma mudança da força policial pelas ruas para evitar alvoroço pela movimentação.

Desnecessário dizer que não entendi a princípio, só peguei as informações que faziam sentido como remanejamento da força policial e uma melhor cobertura quando chegássemos na reta final para o enterro, ou algo do tipo. Fazia sentido ter maior força policial no início e no fim, enquanto que no caminho haviam heróis para cuidar do corpo. Era isso o que tinha ecoando na minha mente, como um pressentimento óbvio que se tentassem algo eu não poderia prever e minha atenção no que fosse estranho seria crucial.

Ironia se o ataque viesse em mim como de costume, talvez até mesmo em Mary também por não sermos conhecidos como os originais Protetores, ou os tradicionais Salvadores. Éramos como a academia de heróis e mesmo sabendo nossos nomes e alguns de nossos poderes, havia aquela suspeita de que se há jovens no desfile, ou eles eram apenas figurinhas, ou eram mais poderosos do que pareciam. Torcia pra me julgarem por baixo enquanto observava as pessoas em frente ao carro, a lateral da rua com as pessoas acompanhando o movimento e principalmente a mídia.

Por mais óbvio que fosse, estar perto do carro com a desculpa das fotos era o mais perto que teriam sem que fossem atacar de verdade. Poderiam tirar fotos e investigar diretamente, ou indiretamente as fotos tiradas procurando falhas no automóvel. Desconhecia as possibilidades, tinha apenas ideias rasas das variadas hipóteses apenas não eliminando ninguém no meu campo de visão. Mantive a flutuação ainda em alerta e pronto pra usar a sombra abaixo do automóvel para demasiado ataque, ou defesa quando necessário.

Tag: Escolta >> Clothes: Aqui

Thanks


Ações:
Ação 1: Observação
Ação 2: Esquiva se precisar
Atributos, dados 1 e perícia

Ações 3: Ataque ou Defesa com sombras
Atributos, dados 2 e poder

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

Mensagem por Convidado em 16/7/2016, 16:12

O membro 'Liam Hugo Price' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 '1d8' : 8

--------------------------------

#2 '1d12' : 5

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Re: Cap. 1 - A morte de um mito

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