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[RP FECHADA] - Uma Noite no Museu

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[RP FECHADA] - Uma Noite no Museu

Mensagem por Convidado em 9/7/2016, 09:00


RP FECHADA

Uma Noite no Museu

Participante: Hattie Gail e Luiz Paulo D. Arantes
Dia: Domingo, 09/07/2016
Hora: Noite, perto das 00h
Clima: Clima ameno, vento fraco
Local: Museu da Cidade
Introdução: Luiz pretende roubar obras do museu, Hattie irá surpreendê-lo, talvez consiga disfarçar dependendo de como desenvolver a desculpa de como foi pego.


Tag:

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Re: [RP FECHADA] - Uma Noite no Museu

Mensagem por Convidado em 11/7/2016, 14:09


Faking It

tentando roubar um museu

Sem nenhuma atividade que demandasse tempo de preparo, ou algum treino maluco com outro do grupo, fiquei ligeiramente à deriva com minhas próprias ideias. Em alguns passeios na cidade, eu olhava como o Exterminador do Futuro, com a visão vermelha analisando os estabelecimentos no caminho: uma lanchonete seria perigo médio pela facilidade de roubo, mas com testemunhas; ou então um caixa eletrônico 24h de algum mercado que seria pesado para eu levar sozinho então opção descartada.

Em um dia bom poderia me aventurar em lojas de conveniência comuns, mas uma das coisas significativas que me avisaram sobre o que posso fazer: Não atrair atenção desnecessária. Se eu fosse roubar algo, devia ser rápido e sem chamar atenção, mas como fazer isso sem ser em lojas por exemplo? Estranhamente me peguei nas Casas Bahia pra comprar algumas coisas pra cozinha porque não queria depender daquele fogão velho. Claro que paguei tudo com um cartão roubado à vista e por sorte a pessoa tinha a senha do cartão anotada em um dos bolsos ali dentro.

Levei as máquinas com ligeira dificuldade até o táxi e após aquele pequeno desespero de pôr as coisas no carro e entrar avisando o destino, fechei a porta e me distrai com o caminho até o prédio. Foi rápido, mas deu pra passar por um museu e me despertar a hipótese de roubar o local como um vigia noturno. Tinha aquele filme Código Da Vinci, mesmo sendo naquele labirinto a ideia do vigia servia para minha ideia ser trabalhada. Pesquisei sobre o lugar despois de chegar em casa, invadi o sistema olhando o horário dos vigias e pus em prática o plano indo atrás do vigia que voltava de férias na próxima semana.

Fui dois dias nesse meio tempo verificando os vigias que passavam, os seguranças e até mesmo os guias com as obras que haviam no local. Considera tudo certo, então chegando no dia em que o vigia voltaria das férias, já o esperava na porta de casa e o ataquei com um soco na barriga e uma rasteira. Entrei na casa dele já fechando a porta, pulei sobre o homem grogue e abri a boca dele para eu cuspir meu veneno paralisante.

O efeito demorou alguns minutos para fazer o efeito que queria devido ao nojo que ele devia sentir com o cuspe de um garoto sobre ele. Até eu teria nojo mesmo que entenda a situação. Peguei o uniforme dele, só pra tirar aqueles emblemas que a gráfica não conseguiu pôr no meu uniforme falso. Arrumei o crachá com o nome dele no meu peito e segui para o trabalho com leve pressa na caminhada e verificando os pontos do plano todo. A vigia noturna não conhecia o cara que eu estaria substituindo, provavelmente não a encontraria em meio a ronda e o veneno duraria algumas horas de paralisia. Somando com o tempo dele dormindo, estaria com as horas contadas.

Entrei pelos fundos do museu, entreguei o cartão para o supervisor e nos apresentamos, sorri falsamente pela piadinha da troca de turno dos funcionários recentemente e deixei a mala no armário com a fita adesiva do meu nome “Oliveira Campos”. Tirei o casaco pesado, peguei as chaves do local, a lanterna falsa com os saquinhos para as pinturas, meu celular, as luvas e minha máscara dentro do casaco. Fechei o armário e comecei a fazer a ronda pelo térreo mesmo, olhando as peças e vendo se encontrava de uma vez algum outro vigia saindo pra já saber se a garota já voltara.

Pela ausência de movimentos, subi para terceiro andar e fui atrás das obras mais velhas que consequentemente eram também as mais caras. Pretendia levar só os quadros e passei a olhar as câmeras tomando cuidado com o foco que meu rosto ficava a vista para não ser pego enquanto roubava a obra e ficar gravado a sequência. Precisava verificar o andar todo antes de tentar pegar as obras em si, já era arriscado o roubo, ser pego durante o ato só dificultaria tudo.


Tag: Roubando arte | Vestindo: Uniforme de vigia | Extra: Solo por enquanto

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