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Arco "A Invasão"

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Arco "A Invasão"

Mensagem por Convidado em 10/8/2016, 11:14


00:00 AM
São Paulo Capital

Enquanto alguns dormem para descançar para o próximo dia de trabalho, outros jogam, bebem ou brigam. Assim é a vida da maior cidade da América Latina. Como uma cria de NY, São Paulo também é incapaz de adormecer, sempre, em algum lugar pela cidade, alguém estará acordado.
Exceto por Hoje.
Aqueles do lado de fora de suas casas não notam que algo está errado. A noite parece mais densa, quase palpável, enquanto uma neblina prateada começa a se espalhar pela cidade.
Neblina em São Paulo não é uma coisa rara, mas naquele horário, onde o céu ainda deveria ser iluminado pelas estrelas - Que uma a uma foram desaparecendo - essa neblina passa a preencher todos os locais, ruas, casas ou apartamentos, ninguém escapa dela.
De forma imperceptível, todos em contato com aquela neblina ficam sonolento, as palpebras ficam pesadas e os olhos cansados, seu corpo pede por um descança, aqui e agora.
São Paulo adormeceu.
Os tremores na terra não foram sentindos pelos moradadores, o silêncio reinava no local, tudo parecia tranquilo e como deveria estar. Mas São Paulo nunca foi uma cidade tranquila.
05:00 AM


O efeito da névoa se dissipou, os primeiros raios de sol já banhavam a cidade em um tom amarelado, o céu estava claro, sem nuvens - Incomum para a cidade. - Mas algo estava terrivelmente errado.
Julian, ao se levantar e abrir as janelas de seu quarto, deu alguns passos para atrás, sentando-se sobre a cama.
O queixo ainda caído não permitia o homem acreditar naquilo que estava vendo.
São Paulo havia sido encoberta por uma floresta, uma floresta gigantesca.
Arvores maiores do que casas eram vistas do 7º andar onde Julian morava. Seu prédio estava coberto por cipós e tudo lá fora o lembrava a selva.
Não era possível ver as estradas, o asfalto já não parecia mais existir.
- Chame todos. Quero saber o que está acontecendo aqui.- falou Julian ao telefone, dando ordem para que os protetores, salvadores e agentes delta fossem mandados até o local.



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Re: Arco "A Invasão"

Mensagem por Convidado em 19/8/2016, 21:35

Que beleza é sentir a natureza, ter certeza pra onde vai e de onde vem. São três horas da manhã e eu estou sentado em um vagão do trem bala indo para São Paulo, fumando um cigarro e ouvindo Tim Maia olhando a costa. Um guarda passou pelo vagão em que eu estava e pareceu não gostar de eu estar fumando, mas como ele havia visto que eu subi no trem bala em Nova Esperança, e só eu estava no vagão, ele me ignorou, deve ter ficado com medo de tomar um tiro. Mas eu não me importo com esse tipo de preconceito, não mais. Na real, eu nem julgo ele por ter esse preconceito, já roubei, vendi drogas, subornei policial e mesmo nunca tendo matado, já espanquei muito maluco podre também.

Pode-se considerar que minha função principal seja minhas atividades noturnas, mesmo que ultimamente elas estejam invadindo meus dias também, porém eu tenho que sobreviver de alguma forma. Um cara chamado “JT” apareceu na oficina hoje à tarde com um carro importado e ele precisa do carro para daqui a dois dias. Os desmanches no Martha e em toda a zona norte não tem a peça que ele precisa, mas um parceiro meu, o Rafael, disse que tinha um desmanche em Sampa que tinha as peças que eu precisava. Liguei pro cara e ele realmente tem, mas eu tenho que pegar essa porra hoje se eu quiser terminar isso durante o dia amanhã. As duas da manhã sai de casa pra ir na Pedrerinha pegar essa merda de peça. Porra de vida fudida. Ótimo, agora estou ouvindo Desabafo, da Cláudia.

- Se hoje eu canto meu lamento, coração cantou primeiro... – eu murmuro baixo demais para qualquer um ouvir, não que exista alguma possibilidade de alguém ouvir se eu gritar essa letra.

Quando estou me aproximando da capitão de SP eu vejo uma neblina sobre a cidade. Antes de entrar na cidade, tudo estava escuro e eu dormi como a muito tempo não dormia. Quando acordei a janela da qual eu via a cidade estava tomada por uma folhagem de um verde absurdamente vivo. O interior do trem havia sido invadido por cipós de galhos que havia quebrado o teto e as paredes do vagão em que eu estava. Em meio a tantos galhos, eu vi uma janela não coberta pela folhagem. A abri com a trava de emergência do trem e, jogando o corpo para fora da janela, segurei os cipós do lado de fora do trem e me puxei para cima do vagão.

- Mas que merda... – murmuro quando vejo toda a cidade de São Paulo tomada pela mesma vegetação que havia tomado o vagão.

Cada arranha céu, cada muro, estrada, poste de luz, carros e motos estavam cobertos por folhas, galhos e cipós. Nunca acreditei que algo verde pudesse crescer espontaneamente nessa cidade, mas sempre podemos nos enganar.

Volto para o vagão onde estou e procuro pelas outras pessoas que estavam no trem bala. Não sei se fui o único que apagou quando estávamos chegando na cidade, ou de houve alguma batida que tenha deixado alguém machucado. Merda... Não tenho nada comigo além do meu celular, um Nokia básico, que só tem memória para guardar algumas dezenas de música, minha carteira, chaves de casa, cigarros, um isqueiro Bic grande e a porra de um canivete “suíço” naturalizado paraguaio que eu comprei no Mercadão da Iara. Maldita hora que o mão esquerda do dono da VJ quer concertar o carro.

OFF:


Estou rolando dois dados só por que você pediu, por que não fiz nada de relevante, só estou marcando presença :V

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Re: Arco "A Invasão"

Mensagem por Convidado em 19/8/2016, 21:35

O membro 'Fantasma' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 '1d12' : 4

--------------------------------

#2 '1d12' : 7

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Re: Arco "A Invasão"

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